UNA PREGUNTA

DEVOCIONAL

Cada tanto me pregunto sobre la cantidad de tiempo que dedico a estudiar la Palabra de Dios.

Y la mayoría de las veces tengo un bochornoso silencio en torno a mi respuesta.

Por qué?

Sencillamente porque es tan poco el tiempo que le dedico al Mensaje del Eterno, que prácticamente no tengo la posibilidad de medirlo, ni siquiera en minutos.

Siempre tengo algo más urgente que hacer!

Lo cierto es que por resolver lo que presuntamente es urgente, dejo de hacer lo que sí es importante. Y nada hay más importante que estudiar la Biblia.

Tengo la certeza de que a mayor conocimiento del Texto, mayor enseñanza podrá impartirme el Espíritu Santo, porque sabré de qué me está hablando o de qué me quiere hablar.

Estudiar poco la Biblia, significa que todo lo maravilloso que puedo recibir, me lo estoy negando por la influencia que el mundo ejerce sobre mí.

Contra más ignorante sea, mejor para el enemigo!

Y peor para mí!

Eclesiastés 5:6

No dejes que tu boca te haga pecar,
ni digas delante del ángel, que fue ignorancia.
¿Por qué harás que Dios se enoje a causa de tu voz,
y que destruya la obra de tus manos?

Eclesiastes 5:6

Não consintas que a tua boca faça pecar a tua carne,
nem digas diante do anjo que foi erro;
por que razão se iraria Deus contra a tua voz,
de sorte que destruísse a obra das tuas mãos?

Diego Acosta / Neide Ferreira

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BOCHORNO JUDICIAL

ANTIVIRUS

Tres juezas de un tribunal de Ancona, en Italia, adoptaron una decisión que seguramente hará historia. No por su nivel jurídico sino por el tremendo menoscabo que supone.

Las juezas desestimaron la condena a dos abusadores de una mujer, con argumentos que superan todo lo imaginable.

Las juezas adoptaron los fundamentos de los defensores, arguyendo que la mujer violada tenía un aspecto muy masculino, era fea y que no les gustaba para nada.

Por añadidura los acusados se defendieron señalando que como prueba de las condiciones de la mujer violada, la tenía registrada en su agenda con el nombre de vikingo.

Este bochornoso episodio obligó a que el Ministerio de Justicia de Italia interviniera para estudiar el fallo del Tribunal de Apelación de la ciudad de Ancona, que declaró nulas las condenas a los violadores.

Es importante señalar que en términos generales los miembros de la Justicia de distintos países, expresan sus quejas por la falta de confianza de sus sociedades.

Incluso, elevan sus quejas por cuanto no se les considera en el lugar que ellos suponen que deberían ocupar. Haciendo un mínimo de examen de conciencia, tal vez las quejas podrían modificarse.

No por los argumentos de la sociedad, sino por la necesaria jerarquización de la Justicia y por la relevancia del papel que cumplen en la vida de las naciones.

Razones por las que no olvidamos que la única Justicia verdadera es la del Dios Justo y Soberano.

Diego Acosta

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O PODER DA CRÍTICA

 

CONGREGAÇÃO
SÉTIMO MILÊNIO

 

Tenho visto que estamos, mais do que nunca, vivendo em uma onda expansiva de críticas “construtivas”. Em todos os lugares, redes sociais, aplicativos, filmes, televisão, o que mais vemos são ensinamentos de como viver melhor. Todas as pessoas têm algo para ensinar, um segredo de vida para desvelar, uma fórmula para ter sucesso – o tal “pulo do gato” para conseguir êxito. Medimos e somos medidos pelo que fazemos, temos, vestimos, trabalhamos, estudamos, etc. Não ouvimos o que as pessoas falam com a mente limpa, escutamos com uma resposta ou crítica preparada.

E o que isso tem a ver com a nossa vida com Deus? Tudo!

Quando a Bíblia fala em Mateus 7: “Não julgueis para que não sejais julgados. Pois com o critério que julgardes, sereis julgados, e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão a vós” – se refere exatamente a isso: não fale dos outros, não critique, você sabe o que ele/a está passando? Como é a vida dele/a? E mais ainda, DA MESMA MANEIRA farão com você.

E o que criamos com isso? Uma roda-viva que não tem fim: eu falo/critico/julgo = serei falado/criticado/julgado = o outro será falado/criticado/julgado…e isso não tem fim, cria uma nuvem sobre a cabeça da pessoa que anda carregando um peso que não sabe nem de onde vem isso. No final, gera uma falsa condenação/acusação/culpa que um ser humano não pode carregar, gerando então a destruição/morte da alma.

Jó passou por uma enxurrada de palavras, conselhos e críticas “do bem” dos seus amigos e familiares. Estavam errados? Queriam o mal de Jó? Não, em absoluto; queriam “ajudar”. Mas o que ele precisava mesmo era apoio/amor/compreensão e talvez ajuda, não palpite ou o famoso: “falo para o seu bem”.

Quando “comentamos” sobre alguém, o que fazemos na verdade é JULGAR – “fulano está fazendo isso, mas acho que seria melhor assim”, ou então, “fulano não está vendo a realidade” – crítica “construtiva” que tem o poder de destruir.

“Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês” – Mateus 7:12 – NTLH

Como você quer ser tratado?

Antes de falar de alguém, pense se você gostaria que fizessem o mesmo com você!

As palavras que saem da sua boca têm o poder de edificar ou destruir.

Pense antes de falar/comentar/criticar – vai edificar/ajudar/acrescentar?

Seja você o diferente no meio que vive, criando assim uma roda-viva que possa trazer vida!

Que o Espirito Santo nos mostre e possamos frear nossa língua.

Elié Ferreira