O NATAL DA MINHA INFÂNCIA…!

Há mais de 80 anos, comemorávamos o Natal
em minha família

sabendo que esse não era o dia, mas também que tínhamos a chance de falar do Evangelho.
Não havia presentes ou grandes ceias,
mas o amor por Jesus, pelo Emanuel, estava presente.
Mensagem da Pastora Arlete Batista Ferreira.

O BORDADO MARAVILHOSO

Algum dia, o outro lado do bordado perfeito de Deus
será mostrado,

do mesmo modo que outros já o viram, no mundo espiritual.
Como Moisés, que viu a Terra Prometida
apenas com os olhos espirituais.
Mensagem do Pastor Autilino Batista de Souza – Brasil

Experiencia de vida – Missionária Arlete

É muito bom conhecer a experiência de vida de pessoas
que serviram ao Senhor ao longo da sua vida,
com firmeza e percorrendo caminhos difíceis.
A Missionária Arlete rememora tempos do seu ministério
que podem incentivar outras pessoas
a servir e dedicar sua vida a Deus.

MISSIONARIA ARLETE BATISTA FERREIRA

EM NOME DE JESUS

 

 

 

CONGREGAÇÃO SÉTIMO MILÊNIO

 

Em Nome de Jesus, mesmo?

“..seja o que for que vós pedirdes em meu Nome..” João 14:11

Aprendemos que sempre que orarmos devemos fazer em Nome de Jesus. Claro que sim.

Usamos sempre a repetição do começo e final de uma oração: Senhor, te peço……, em nome de Jesus, Amém. Será que sentimos como se Jesus estivesse falando com o Pai?

Realmente nos colocamos no lugar de Jesus para usar o Seu nome?

E o que significaria isso?!

Intimidade, relacionamento, afinidade, rendimento, entrega, pertencer, etc. (uma infinidade de etc.)

NO MEU NOME, representa quem sou, como se você fosse eu! Representante da minha pessoa, com uma procuração outorgada pelo Pai que é o meu “Tutor legal”.

Não basta com chegar na frente da batalha e falar: em Nome de Jesus! O inimigo vai falar: ok, mostra tua identidade/credencial, onde está tua bandeira?

Os soldados e militares usam uniforme para serem identificados.

Funcionários usam uniformes para poderem ter acesso a áreas restritas.

Para ter autoridade é necessário ter identidade.

Para usar um nome é necessário conhecer a pessoa e ter intimidade.

Trabalho com minhas irmãs usando o nome delas, as credenciais dos programas que elas usam e confiam que vou seguir as mesmas regras que elas. Afinal eu estou usando o seu nome.

O mesmo acontece com Jesus, Ele nos permite, concede a honra de usar o Seu Nome, porque deseja que tenhamos essa confiança e intimidade com Ele. Que o que vamos falar esteja de acordo com o que Ele fala. Que a nossa atitude seja a mesma que a Dele.

Queremos ser atendidos cada vez que oramos e usamos o nome de Jesus, mas não queremos nos deixar a nossa “glória” (conforto, vontades, exigências, tesouros guardados na alma) para que a Sua Glória resplandeça, para que o Pai seja Glorificado. Jesus completa o versículo acima falando que isso deve ser feito para que o Pai seja Glorificado!

Quero deixar um desafio:

A próxima vez que você falar: Em Nome de Jesus! Pense se realmente se Jesus falaria ou agiria como você!

O Nome de Jesus é Poderoso, Sua Palavra é espada de dois gumes.

Elié Ferreira

Munição carregada

CONGREGAÇÃO
SÉTIMO MILÊNIO

Hoje pela manhã estava falando com minha filha nº3 sobre encher-nos das coisas do Alto para usá-las no momento oportuno.
É incrível como o Espirito Santo fala em uma conversa e nos faz pensar.
Fiquei pensando, ou melhor, escutando o Espirito Santo falar sobre estarmos “abastecidose com a munição carregada”, preparados e cheios da Palavra.
Aquilo que ouvimos, falamos e lemos será a “munição” para usar na hora da guerra.
“…enchei-vos do Espirito” – Efésios 5:18
Se ouvimosmúsicas, falamos e lemos coisas que falam de tristezas, derrotas, sentimentos falidos, ou então músicas de rebeldia, inconformidade, protestos, esta será a “munição” que teremos.
Agora, se ouvimos músicas, falamos e lemos sobre força, ânimo, do poder de Deus, da Sua Soberania, Alegria, do Seu Amor e cuidado, teremos munição suficiente no momento necessário.
“…falando entre vós com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor” – Efésios  5:19
“..e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus” – Efésios 6:17
Não podemos viver em vitória se não estamos cheios, impregnados das coisas do Pai, afinal é o nosso alimento, nossa água, nossa vida – nossa “munição”.
Quando Jesus foi tentado e venceu o inimigo, Ele fez isso usando a arma que tinha: a Palavra!
Ele estava cheio dela, não precisou falar: espera, vou buscar se fala sobre isso. Ele se alimentava dela, estava cheio, tinha “munição” suficiente para usar nesse momento.
Você gosta de música? Sabia que é um potencial para usar no momento de luta? – Escute música que alimente sua alma.
Você gosta de ler? Leia aquilo que possa ser pão para seu corpo.
Você gosta de conversar, dialogar? Fale do que produz vida, que edifique.
“Venham, todos vocês que estão com sede, venham às águas, e, vocês que não possuem dinheiro algum, venham, comprem e comam! Venham, comprem vinho e leite sem dinheiro e sem custo. Porque gastar dinheiro naquilo que não é pão e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? Escutem, escutem-me, ecomam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará na mais fina refeição.” – Isaías 55:1-2
Que possamos dizer como o salmista:
Escondi a Tua Palavra no meu coração para não pecar contra Ti” – Salmos 119:11
E quando pequei? Quando duvidei, fraquejei, não confiei e fui atrás de outros “deuses”.
Encha-se das coisas do Alto, tenha “munição” suficiente e você então irá viver ali – no Alto, onde está Aquele que tudo venceu!

Elié Ferreira

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ENCONTRO…

Como posso te explicar o que aconteceu nos
» Encontros de Jovens», dos anos 60 em Goiânia?
Jovens, que se dedicavam em » BUSCAR A FACE DO SENHOR», ouvindo pregadores sérios, que pregavam a Palavra com poder, e momentos de oração que levavam ao reconhecimento do pecado proprio e consequente quebrantamiento que isto trazia?
Depois vieram os acampamentos, com momentos de » brincadeira» para agradar os jovens, como se os jovens fossem incapazes de levar a sério sua vida espiritual e necessitasse alguma distração para passar o tempo.
Que saudades daqueles Encontros com Deus!!
Será que um dia voltaremos a sentir saudades da Presença de Jesus, a ponto de deixarmos de lado nosso divertimento e passarmos 3 dias com Ele, sem outra meta, a não ser desfrutar de Sua gloriosa PRESENÇA?

Pensemos nisto!!!!

Pra. Arlete Batista Ferreira

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A VISÃO…!

CONGREGAÇÃO
SÉTIMO MILÊNIO

Estava estudando alguns ensinamentos bíblicos, mas tive sono e dormi tão profundamente que até sonhei. Poderia dizer que este seria um motivo para me envergonhar.
Mas o resultado foi totalmente inesperado, como quase tudo o que tem a ver com Deus e a forma de Ele agir.
No meu sonho, eu perguntava ao Senhor o que deveria fazer para conhecê-lo mais de perto, para ter uma relação mais profunda com Ele, poder entender quais eram Suas decisões em relação à minha vida.
Como todos os sonhos, este também teve sua particularidade.
De repente, vi um copo que se inclinava, derramando um tipo de líquido. E então uma voz falou: Se você quer mais profundidade, esvazie seu copo.
– Mas esvaziar de quê- Dos seus conhecimentos, da sua sabedoria, da sua vaidade, do seu orgulho, de tudo aquilo que você aprendeu pensando que era a verdade, de tudo aquilo que feriu, incomodou ou prejudicou você.
E não é questão de virar o copo de uma vez, senão deixar que saia tudo devagar, para não deixar nenhum resto velho contaminando o recipiente.
– Eu sou o recipiente, Senhor?
– Claro, quem senão você?
– E quando o copo estiver vazio, o que vai acontecer?
– Então, e só então, poderei lhe dar a Sabedoria que você me pediu, a capacidade de perdoar que sei que você tem no seu coração, a intenção de não julgar e de ser prudente.
Vou colocar estas e muitas outras coisas no copo, mas para isso ele precisa estar totalmente limpo, porque existem coisas que não podem ser divididas e uma delas é a Verdade.
Não posso colocar em seu copo sujo o significado da Verdade que meu Filho ensinou, porque ficaria contaminada com suas velhas convicções, com suas falsas certezas, com suas antigas rebeldias.
Quando o copo estiver limpo e brilhante, então poderei dar a você tudo o que decidi presentear por Graça – não porque mereça, mas sim porque preciso de você como um copo limpo, para levar esta mesma mensagem a outras pessoas.
No resista a este chamado, porque existem muitas coisas que te agradam e irão desaparecer da sua vida, mas nenhuma delas serve para aquilo que eu quero você.
Obrigado, Senhor!

Diego Acosta / Neide Ferreira

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O REINO

CONGREGAÇÃO
SÉTIMO MILÊNIO

O sentimento de pertencer ao país onde nascemos é uma das questões que mais me surpreende, porque também pode ser vista naqueles que, como eu mesmo, falamos que somos filhos de Deus.
O mundo tem visto inúmeros conflitos, guerras horríveis, que tiveram como resultado milhares de vidas sacrificadas no satânico altar do fanatismo nacionalista.
Ainda hoje podemos ver como existem em algumas regiões do planeta ameaças de novos conflitos, revelando que as guerras por questões de nacionalismo continuam vivas porque o orgulho de pertencer a um determinado lugar ainda alimenta ódio nos corações.
Por isto, nada nos deixa mais surpresos de ver como pessoas, que prestam um serviço honroso ao Senhor há muitos anos, ainda mantêm em seus corações a chama de paixão pelo lugar do mundo onde nasceram.
E não é só isto, mas que são verdadeiros militantes de um país e não têm dúvida alguma em demonstrar essa posição, exibindo suas posturas e exaltando seus símbolos nacionais sempre que tenham oportunidade.
Estas situações podem semear muitas dúvidas no coração de pessoas de pessoas jovens na fé, por ter aceitado ao Senhor e que buscam pessoas de referência nas igrejas às quais pertencem.
A afirmação de serem discípulos de Jesus e, ao mesmo tempo, declararem profundo amor pelo país onde nasceram gera uma contradição que dá lugar a dúvidas.
Se eu me considero filho de um país, obviamente não possa afirmar que, ao mesmo tempo, também me sinta cidadão do Reino dos céus!
As duas coisas ao mesmo tempo não só são opostas entre si, senão que também são abertamente incompatíveis.  Não é possível ter dois senhores e não se pode ser bom e mau ao mesmo tempo.
Estes pensamentos são resultado de presenciar discussões ásperas entre pessoas de um mesmo país, mostrando suas rivalidades políticas quando, na verdade, deveriam ter perdido essa condição ao se declararem cidadãs do Reino dos céus.
É triste comprovar como o mundo exerce sua influência sobre nós que nos declaramos filhos do Deus Eterno!
Essa é uma influência profunda que afeta inclusive nossa relação com o Criador, porque alimentamos continuamente o fogo pela terra onde nascemos um dia e à qual continuamos cultuando.

A pergunta que deveríamos fazer, neste caso, é: E o Reino dos céus?

Diego Acosta / Neide Ferreira

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