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O ORIGINAL

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Esta história é atribuída à mãe de um músico que estava interpretando uma composição muito conhecida.

Ela perguntou:

– O que você está tocando?

– Você não conhece esta música? Nós fazemos arranjos na hora de tocá-la em público.

– Ah, bom, filho. Mas com tantos arranjos, acabamos nos esquecendo do original!

É incrível que uma simples conversa tenha um significado tão grande porque, realmente, a mãe lembrava ao filho que tal quantidade de arranjos acabava fazendo desaparecer a qualidade do original.

Aplicando esta história à nossa vida de cristãos, ficaríamos surpreendidos de ver o número de vezes que nós nos afastamos da Bíblia e passamos a levar em consideração as interpretações do seu conteúdo por determinadas pessoas.

E isto se pensamos que o original é a Palavra de Deus!

Parece até que as conclusões de outras pessoas nos parecem mais interessantes do que o próprio Criador nos fala através da sua Palavra maravilhosa.

Um amigo comentou que esta forma de ver era muito radical, por que era bom ouvir o que outras pessoas falam.

E isto realmente é verdade, mas não devemos nunca deixar a fonte principal de Sabedoria, que é a Bíblia!

Grande parte das teologias que corrompem e estragam hoje a Igreja de Cristo são originadas em interpretações erradas do original, como teria falado a mãe do músico.

Devemos ter muito cuidado com estas variações, porque acabam influindo de forma grave sobre as pessoas que estão começando a conhecer a palavra de Deus.

O mensageiro nunca é mais importante do que a mensagem, da mesma forma que uma interpretação humana jamais será mais importante do que a mensagem original do Senhor.

Hebreus 1:1

Diego Acosta / Neide Ferreira

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PARALÍTICO

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El Poder de Jesús es el mismo que hemos recibido cada uno de nosotros!

Por qué no lo utilizamos?

Bueno es que nos preguntemos esta cuestión tan vital para nuestra vida de creyentes y sobre todo, para quienes son nuestros prójimos.

En el Evangelio de Marcos, se nos enseña como Jesús perdonó los pecados a un paralítico, por la fe de sus amigos quienes lo llevaron hasta donde Él estaba.

No fue fácil hacerlo, porque debieron hacer una abertura en el techo de la casa para poderlo presentar al Hijo del Hombre, porque la postración del hombre era muy severa.

Jesús viendo la fe de ellos, de sus amigos, le perdonó sus faltas.

Pero, como siempre hay un pero en todo, los escribas se preguntaron porque este hombre blasfema, si el único que puede perdonar pecados es Dios?

Jesús conociendo sus corazones, les anunció: el Hijo del Hombre tiene potestad sobre los pecados para perdonarlos y para sanar y entonces mandó al paralítico que abandonara su lecho y volviera a su casa.

Ante semejante demostración del Poder de Cristo, aún dudamos?

Tengo que decir: Aún dudo?

Por qué ese sentimiento de duda?

Simplemente porque nuestra fe está condicionada por las circunstancias y fundamentalmente por nuestro temor enfermizo al ridículo.

Es evidente que no soy yo el que sano, sino el Poder que Jesús ha delegado en mí, en nosotros. Entonces, por qué no obramos con la Autoridad que hemos recibido?

Una pregunta que debe responder cada uno, en su interior.

Pido perdón por mi falta de fe, de confianza. Pido también la Valentía que viene de lo Alto, para obrar como un auténtico discípulo de Jesús!

Marcos 2:9-11

Diego Acosta / Neide Ferreira

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PARALÍTICO

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O Poder de Jesus

O Poder de Jesus é o mesmo que Ele outorgou a cada um de nós!

Por que nós não o usamos?

É importante fazer esta pergunta essencial para a nossa vida como cristãos e, principalmente, para os que são os nossos próximos.

No Evangelho de Marcos, aprendemos como Jesus perdoou os pecados a um paralítico pela fé dos seus amigos, que o levaram até onde Ele estava.

Chegar até lá não foi nada fácil, eles tiveram que fazer uma abertura no teto para poder chegar até o Filho do Homem, porque aquele homem estava gravemente imobilizado.

Jesus, vendo a fé dos seus amigos, perdoou as faltas do paralítico.

Porém – sempre existem um porém em tudo – os escribas se perguntaram: Por que este homem blasfema, se o único que pode perdoar pecados é Deus?

Jesus, conhecendo seus corações, lhes disse: o Filho do Homem tem poder para perdoar pecados. Em seguida, ordenou ao paralítico que se levantasse, pegasse sua cama e fosse para casa.

Diante de tamanha demonstração do Poder de Cristo, ainda duvidamos?

Deveria falar: ainda duvido?

Por que esse sentimento de dúvida?

Simplesmente porque nossa fé está sujeita às circunstâncias e basicamente pelo nosso medo doentio de fazer ridículo.

É claro que não sou eu que curo, mas sim o Poder que Jesus delegou a mim, a nós. Então, por que não agimos com a Autoridade que recebemos?

Essa é uma pergunta que nós devemos que responder no nosso interior. Peço perdão a Deus pela minha falta de fé, de confiança. E peço a valentia que vem do Alto para agir como um verdadeiro discípulo de Jesus!

Marcos 2:9-11

Diego Acosta / Neide Ferreira

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PRÁTICAS

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Em que os seguidores de Jesus são diferentes de quem está no mundo?

Poderíamos responder com rapidez que somo diferentes em tudo, porque somos pessoas que nascemos de novo.

Isto é o que nós declaramos com certeza, convencidos de que o que estamos falando está certo. Outra bem diferente é que corresponda à realidade.

Esta forma de ver as coisas me veio à mente quando vi que estava agindo em certa situação de um modo totalmente do que deveria de feito.

E me perguntei: Será que Jesus teria feito o mesmo?

A dura resposta que encontrei foi negativa, muito negativa. O que estaria acontecendo comigo para desviar-me tanto do que Jesus ensinou?

Comecei a lembrar com paciência de cada ato que poderiam ter feito com que as minhas atitudes fossem exemplares ou não.

E lembrei-me também que uma pessoa falou que a nossa responsabilidade é tão grande, que deveríamos pensar que, às vezes, somos a única referência de Jesus para determinadas pessoas.

Talvez uma pessoa possa pensar em mudar de vida só por ver nossa atitude. Ou, ao contrário, se uma pessoa vir o que é corriqueiro, que qualquer um faz, não terá visto o espelho do Messias.

É triste, mas é verdade. Nossa militância como filhos de Deus deveria ser contínua, permanente. Porque nós não sabemos quem nos está vendo e qual é sua intenção.

Por isso, deixemos as más práticas, aquelas que podem identificar-nos com o mundo e vamos assumir nossa atitude de pessoas novas pela maravilhosa Obra de Jesus.

Judas 21

Diego Acosta / Neide Ferreira

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PRÁCTICAS

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En qué nos diferenciamos los seguidores de Jesús de quienes viven en el mundo?

Rápidamente podemos contestar que en todo, porque somos hombres nacidos de nuevo y mujeres nacidas de nuevo.

Seguramente esto es lo que declaramos convencidos de que estamos diciendo lo correcto. Otra cosa bien distinta es que estemos en lo cierto.

Este planteamiento me surgió cuando pude comprobar cómo estaba actuando en una determinada situación, en la que debí haber obrado de una manera totalmente diferente a lo que estaba haciendo.

Me pregunté: Esto lo hubiera hecho Jesús?

La respuesta me golpeó duramente porque fue negativa, extremadamente negativa. Qué me estaba ocurriendo, para apartarme tanto de las enseñanzas del Salvador?

Pacientemente comencé a recordar mis hechos, aquellos que por su importancia podían haber determinado que mis actitudes hubieran sido ejemplares o no.

Me recordé en ese tiempo cuando alguien me comentó que es tan grande nuestra responsabilidad, que debemos pensar que tal vez seamos en un momento determinado la única referencia que una persona haya tenido de Jesús.

Si la actitud que esa persona vio, tal vez pueda pensar en cambiar su vida. Si por el contrario lo que esa persona vio, se parece a su forma cotidiana de obrar, nada habrá visto del Mesías.

Doloroso pero cierto. Nuestra militancia como hijos de Dios debe ser constante, permanente. Porque no sabemos quién nos está mirando y con qué ánimo nos está mirando.

Por estas razones debemos abandonar las malas prácticas, aquellas que nos pueden identificar con el mundo y si en cambio, mostrarnos como personas nuevas por la Obra maravillosa de Jesús.

Judas 21

Diego Acosta / Neide Ferreira

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Capernaum

COERÊNCIA

Capernaum
O Ministério de Jesus como um todo é um grande exemplo de Coerência!

Do primeiro até o último dia, Ele foi consequente em tudo aquilo que fez e falou, para que nós, os seres humanos, tivéssemos em Ele uma referência exemplar.

Este é justamente um dos principais problemas que nós, que nos chamamos filhos de Deus, temos que enfrentar nestes tempos tão difíceis nos quais vivemos.

Um dos casos específicos para que demonstremos nossa coerência é nossa atitude em relação a Israel!

Se eu assumo, se nós assumimos, e nos declaramos coerdeiros de todas as promessas de Jeová para seu Povo, também devemos assumir as responsabilidades originadas por essas bênçãos.

Muitas vezes nós especulamos sobre nossas atitudes em público em relação a Israel, tentando manter o que poderíamos chamar de “imagem pessoal”.

Não é minha intenção criticar ninguém, porque cada um é responsável pelos seus próprios atos, e cada um de nós terá que responder por eles.

Mas sim tenho a intenção de chamar a atenção para as atitudes de determinadas pessoas que, sendo líderes suas comunidades, estão sempre ponderando quando é adequado ou não tomar postura frente ao que relacionado a Israel.

É triste e lamentável ver quem dá preferência à sua comodidade pessoal em relação ao que deveria ser uma clara identificação com o Povo de Deus.

É correto pensar sobre os atos de Israel e ter a presença de espírito para não apoiar a ninguém naquilo que fazem de errado, seja no campo pessoal ou no coletivo.

Assim nos ensina a Bíblia!

Entretanto, medir cada expressão, avaliar cada pronunciamento, esconder-se sob o manto da hipocrisia de não querer parecer pró-judeus inclui a negação do Ministério de Jesus.

O Filho do Homem chamou as coisas pelo seu nome e nunca se distanciou do mandado do Pai.

II Pedro 2:8-9

Diego Acosta / Neide Ferreira

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COHERENCIA

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El Ministerio de Jesús es un Grandioso ejemplo de Coherencia!

Desde el primer hasta el último día fue consecuente con todo aquello que hizo y que dijo, para que los hombres tuviéramos una referencia ejemplar.

Precisamente esta es una de las grandes cuestiones que debemos afrontar quienes nos llamamos hijos de Dios, en los tiempos tan difíciles que nos toca vivir.

La actitud frente a Israel, es un caso concreto para demostrar nuestra coherencia!

Asumo y deberíamos asumir que si nos declaramos coherederos de todas las promesas de Jehová a su Pueblo, también debemos asumir las responsabilidades que se derivan de esas bendiciones.

Frecuentemente especulamos sobre nuestras actitudes públicas con Israel, a los efectos de conservar lo que podríamos llamar “imagen personal”.

No pretendo criticar a nadie, porque cada uno es responsable de sus hechos y cada uno responderá por ellos.

Pero si pretendo destacar las conductas de algunas personas que son líderes en sus comunidades, que siempre están evaluando la conveniencia o no de pronunciarse sobre lo que está relacionado con Israel.

Resulta triste, penoso, comprobar quienes anteponen su conveniencia personal, a lo que debería ser una rotunda identificación con el Pueblo de Dios.

Es legítimo discernir sobre los hechos de Israel y tener la presencia de ánimo como para no respaldar aquello en lo que se equivocan, tanto en lo personal como en lo colectivo.

Así lo demuestra la Biblia!

Pero medir cada expresión, evaluar cada pronunciamiento, esconderse bajo la hipocresía de no parecer pro-judío, encierra la negación del Ministerio de Jesús.

El Hijo del Hombre, llamó a las cosas por su nombre y jamás se apartó del mandato del Padre.

2 Pedro 2:8-9

Diego Acosta / Neide Ferreira

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PERIGO

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A Palavra de Deus sempre nos ensina o que é melhor para cada um de nós.

Pensando nisto, me lembro daquela ocasião em que Eva se encontra com a serpente, que não é outro senão o próprio Satanás.

O que a Palavra nos ensina está relacionada com a solidão de Eva, mãe de todos os viventes, como está escrito em Gênesis 3:20.

Eva está sozinha!

Sua solidão converte-se em um elo frágil da corrente que tinha com Adão, o primeiro homem.
E Satanás aproveita-se dessa ocasião com astúcia, agindo em forma de serpente para atacar a primeira vítima humana da sua maldade.

Posso até imaginar esse momento: Eva longe de Adão, passeia distraída, olhando e admirando a grandiosidade do Éden, o lugar que Deus preparou para que eles vivessem.

A serpente aparece, mas como duvidar de uma das criações do Grande Criador?

É muito difícil de fazer isso e também muito difícil de compreender. Eva estava sozinha, enfrentando uma situação desconhecida e, sem saber, cara a cara com nada mais nada menos o inimigo de Deus e, portanto, nosso inimigo.

Essa solidão em que Eva se encontrava, em uma situação tão delicada, tão frágil e tão propensa às tentações, é a que faz pensar na profundeza do que nos ensina a Bíblia.

Precisamos reunir-nos, congregar-nos, porque na comunhão com os irmãos somos mais fortes frente aos ataques do inimigo, que sempre ou quase sempre usa as tentações para atacar-nos.

A solidão da Eva se parece muitas vezes com a nossa!

Congreguemo-nos para poder enfrentar nosso inimigo!

Gênesis 3:1

Diego Acosta / Neide Ferreira

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PELIGRO

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La Palabra de Dios siempre nos enseña acerca de qué es lo mejor para cada uno de nosotros.

Este pensamiento viene a mí, recordando el momento en el que Eva se encuentra con la serpiente, que no es otro que el propio Satanás.

Eva está sola!

Se convierte en su soledad en un débil eslabón de una cadena que formaba con su esposo, el primer hombre, Adán.

La astucia de la serpiente le sirve perfectamente a Satanás para elegir el momento propicio para hacer su primera víctima de maldad.

Me puedo imaginar el momento: Eva está lejos del Varón, pasea mirando y admirando la grandiosidad del Edén, el lugar que Dios les ha dado para que vivan.

La serpiente se aparece, pero cómo dudar de una de las Creaciones del Hacedor?

Muy difícil de hacerlo y muy difícil de comprenderlo. Estaba sola enfrentando una situación desconocida y enfrentando sin saberlo, nada más ni nada menos que al enemigo de Dios y por consecuencia, nuestro principal enemigo.

Esa soledad de Eva en la que estaba en una situación tan delicada, tan frágil y tan propensa a las tenciones, es la que me hace pensar en la profundidad de la enseñanza bíblica.

Es necesario que congreguemos, porque con la comunión de los hermanos, somos más fuertes ante los ataques del enemigo, que siempre o casi siempre vienen a través de la tentación.

La soledad de Eva, tiene muchos parecidos con la nuestra!

Congreguemos para poder enfrentar a nuestro enemigo!

Génesis 3:1

Diego Acosta / Neide Ferreira

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TRAIDOR?

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Sem nenhum motivo aparente, me veio à lembrança Judas Iscariotes, o traidor mais conhecido pelos homens.

Quando falei aparente, é porque no fundo sei que o Espírito nos desperta para pensar sobre certos assuntos.

Não sobre qualquer assunto, mas sim sobre um que é muito importante – A tradição representa uma das atitudes mais desdenháveis que nós, os seres humanos, somos capazes de cometer.

A definição de traição é: falta cometida por violar a fidelidade ou lealdade a ser mantida ou preservada.

Quanto traio alguém, violo a fidelidade que lhe devo a essa pessoa. Poderíamos pensar, com isto, que essa fidelidade é uma coisa que a outra pessoa espera que eu tenha para com ela.

E se estivesse enganada, porque eu nunca tive essa atitude de ser fiel? Do mesmo modo, seria uma falta, porque deveria ter esclarecido desde o começo: Eu não sou fiel, eu não posso ser fiel a você.

Esta situação está intimamente ligada à lealdade, que é outra coisa que uma pessoa poderia esperar de mim.

E Judas?

Ele violou a fidelidade e a lealdade que devia a Jesus. E também em relação aos discípulos com os quais esteve durante muitos meses ao lado do Messias.

Quando ele se converteu em traidor?

Quando deixou de ser fiel e de ser leal!

Esta questão tão inquietante que o Espírito Santo despertou no meu interior é muito perturbadora porque nos confronta com a nossa realidade pessoal.

Eu já traí a Jesus?

Em princípio, não. Pois a resposta está errada!

Traí a Jesus sempre que não fui fiel ou leal com o próximo. O pior das nossas faltas em relação a outras pessoas é que não só estamos faltando com elas, mas estando transgredindo para com Deus.

Habacuque 2:5

Diego Acosta / Neide Ferreira

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