ayudar3 septimomilenio

MANOS

DEVOCIONAL

Pensando sobre el Mandato de hacer lo que esté en nuestras manos, miré las mías y me dije: Eran fuertes, pero ahora no lo son, eran diestras pero ahora son torpes…

Estaba inventando excusas?

Puede que sí!

Pero siempre prevalece en mí la certeza de que la única manera de demostrar mi condición de discípulo del Hijo del Hombre, es sirviendo, como ÉL predicó a todas las generaciones.

Y así fue como concluí que a pesar de que mis manos ya no tienen fuerzas y carecen de la destreza de otros tiempos, siempre habrá algo que pueda hacer para extender el Reino.

Podré hablar, por ejemplo. Podré contar a otros lo que Jesús hizo por mí y lo que tengo la certeza que seguirá haciendo, mucho más a partir de ahora en que el final personal está más cerca.

Tengamos dispuestas nuestras manos! El Eterno siempre pondrá en ellas la Obra que ÉL quiere que hagamos.

Eclesiastés 9:10
Todo lo que te viniere a la mano para hacer,
hazlo según tus fuerzas;
porque en el Seol, adonde vas,
no hay obra, ni trabajo, ni ciencia, ni sabiduría.

Eclesiastes 9:10
Tudo quanto te vier à mão para fazer,
faze-o conforme as tuas forças,
porque na sepultura, para onde tu vais,
não há obra, nem indústria, nem ciência, nem sabedoria alguma.

Diego Acosta / Neide Ferreira

www.septimomilenio.com

charlie septimomilenio

LIBERTAD OFENSIVA

ANTIVIRUS

Tras el brutal atentado islamita de París, hubo casi unanimidad en decir que todos éramos Charlie.

Tratando de ser coherentes, en aquel tiempo expresamos nuestra solidaridad, nuestro repudio y nuestra defensa por la libertad de expresión, como bien supremo de una sociedad libre.

Pero también dijimos que lo hacíamos, aún sin compartir muchos de los criterios editoriales de la revista CHARLIE HEBDÓ. Por encima de las diferencias era más importante defender el principio de la libertad.

Lamentablemente, la última portada de la revista parisina hace una grosera alusión al Mundial de Futbol Femenino. Y con el mismo ímpetu que defendimos su derecho a la libertad, ahora criticamos lo que supone un agravio a la mujer.

No estamos haciendo feminismo, estamos defendiendo la dignidad de la mujer, que entendemos ha sido injustamente agraviada por una portada de más que dudoso humor.

Creemos que tanto el hombre y la mujer, como expresiones superiores de la Creación de Dios, deben ser respetados en lo que a su dignidad concierne.

No es feminismo. Es respeto! Es defender la libertad!

Diego Acosta

www.septimomilenio.com

diego2

O REINO

CONGREGAÇÃO
SÉTIMO MILÊNIO

O sentimento de pertencer ao país onde nascemos é uma das questões que mais me surpreende, porque também pode ser vista naqueles que, como eu mesmo, falamos que somos filhos de Deus.
O mundo tem visto inúmeros conflitos, guerras horríveis, que tiveram como resultado milhares de vidas sacrificadas no satânico altar do fanatismo nacionalista.
Ainda hoje podemos ver como existem em algumas regiões do planeta ameaças de novos conflitos, revelando que as guerras por questões de nacionalismo continuam vivas porque o orgulho de pertencer a um determinado lugar ainda alimenta ódio nos corações.
Por isto, nada nos deixa mais surpresos de ver como pessoas, que prestam um serviço honroso ao Senhor há muitos anos, ainda mantêm em seus corações a chama de paixão pelo lugar do mundo onde nasceram.
E não é só isto, mas que são verdadeiros militantes de um país e não têm dúvida alguma em demonstrar essa posição, exibindo suas posturas e exaltando seus símbolos nacionais sempre que tenham oportunidade.
Estas situações podem semear muitas dúvidas no coração de pessoas de pessoas jovens na fé, por ter aceitado ao Senhor e que buscam pessoas de referência nas igrejas às quais pertencem.
A afirmação de serem discípulos de Jesus e, ao mesmo tempo, declararem profundo amor pelo país onde nasceram gera uma contradição que dá lugar a dúvidas.
Se eu me considero filho de um país, obviamente não possa afirmar que, ao mesmo tempo, também me sinta cidadão do Reino dos céus!
As duas coisas ao mesmo tempo não só são opostas entre si, senão que também são abertamente incompatíveis.  Não é possível ter dois senhores e não se pode ser bom e mau ao mesmo tempo.
Estes pensamentos são resultado de presenciar discussões ásperas entre pessoas de um mesmo país, mostrando suas rivalidades políticas quando, na verdade, deveriam ter perdido essa condição ao se declararem cidadãs do Reino dos céus.
É triste comprovar como o mundo exerce sua influência sobre nós que nos declaramos filhos do Deus Eterno!
Essa é uma influência profunda que afeta inclusive nossa relação com o Criador, porque alimentamos continuamente o fogo pela terra onde nascemos um dia e à qual continuamos cultuando.

A pergunta que deveríamos fazer, neste caso, é: E o Reino dos céus?

Diego Acosta / Neide Ferreira

www.septimomilenio.com